Policial

Ex rolandense é assassinada em Rondônia

Ex moradora de Rolândia, Juliana Almeida Giacomini foi assassinada na região de Theobroma, estado de Rondônia. O corpo de Juliana foi localizado na manhã deste sábado (13) na Linha 599, zona rural. A polícia cogita a hipótese de se tratar de um crime passional.

Juliana trabalhava no Hospital Municipal de Jaru, em Rondonia e deixa um filho portador de necessidades especiais.

A fampilia de Juliana permanece morando em Rolândia e segundo inforações da funeraria Sta. Terezinha ela está sendo velada na capela central em Rolândia e o sepultamento será realizado na quarta (17) às 10h. 

 ⁠SOBRE O CRIME

JARU: Funcionária pública é assassinada a tiros em propriedade rural

A Policia Militar de Jaru recebeu na manhã deste sábado(13), uma denuncia anônima comunicando que o corpo de uma mulher havia sido encontrado na linha 599, km 09.
A vítima identificada como Juliane Ferreira de Almeida, funcionária pública do Município, foi morta a tiro por volta das 16:00h da tarde de ontem (12), mas seu corpo só foi localizado na manhã de hoje(13), no pasto de uma propriedade rural do Município de Theobroma, onde ela residia atualmente.
Segundo informações dos familiares, o suspeito que era um homem com quem Juliane havia acabado de se casar. Ele agrediu Juliane, e em seguida se apossou de uma espingarda e desferiu um tiros em sua face. Depois colocou o corpo na garupa de uma motocicleta e desovou num pasto, à cerca de 2 Km da residencia, onde, além de ter cometido o crime na frente de uma criança que é autista, o deixou abandonado juntamente com um cachorro, e em seguida fugiu do local.
Juliane era muito conhecida e querida no Município, por já ter sido diretora do hospital Municipal, onde ela trabalhava atualmente. Juliane deixa um casal de filhos.

Segundo a família, o amásio de Juliana é o principal suspeito de ter cometido o crime;
A policia pede que se alguém tiver alguma informação sobre o paradeiro do suposto assassino, que ligue no 190 e denuncie para que sejam tomadas as providencias cabíveis.

Fonte: http://jaruonline.com.br/jaru-funcionaria-publica-e-assassinada-a-tiros-em-propriedade-rural/

Mais

Segundo a família, o amásio de Juliana é o principal suspeito de ter cometido o crime;

 

JARU – Suspeito de assassinar servidora pública em Theobroma se apresenta à Polícia

 

O suspeito do homicídio da servidora pública municipal jaruense, Juliana Almeida Giacomini, assassinada a tiros na madrugada do último sábado (13) em uma propriedade rural no município de Theobroma, se apresentou à Polícia na manhã desta segunda-feira (15). Eduardo Cordeiro dos Santos compareceu à Delegacia de Polícia Civil de Jaru acompanhado de seu advogado e prestou depoimento sobre o caso ao delegado de plantão.

Em seu depoimento, Eduardo, que era amásio de Juliana, alegou que ele teria cometido uma traição durante uma viagem e que teria confessado a ela, que ficou bastante revoltada. Ainda segundo ele, o fato da traição já havia sido resolvido o caso, no entanto na última sexta-feira (12), no momento do almoço eles teriam começado a discutir ainda por causa da traição. No final do dia, Eduardo teria dito que iria à fundiária da propriedade rural cuidar de um animal, porém ela teria ficado desconfiada que ele iria telefonar para a suposta amante e foi junto com ele. Ao chegarem à fundiária, os dois teriam voltado a discutir e, segundo ele, ela teria dado um tapa em seu rosto, tendo ele revidado e atirado no rosto dela por algumas vezes utilizando um revólver calibre .22, mas não soube informar quantos tiros teria dado.

Depois de matar Juliana, Eduardo teria saído da propriedade rural, deixando o filho dela, que é portador de necessidades especiais sozinho.

Quanto à arma do crime, ele declarou que a teria jogado em um rio nas proximidades da propriedade rural.

Como o período de flagrante já havia passado, após ser ouvido pelo delegado plantonista, Eduardo Cordeiro dos Santos foi liberado e deverá aguardar o julgamento em liberdade.

Fonte: Anoticiamais

Se entregou nesta segunda feira (15), na Delegacia de Policia Civil, acompanhado de uma advogado o principal suspeito de ter sido o autor do assassinato de Juliane Ferreira de Almeida, morta no último sábado (13), em uma propriedade rural em Theobroma.

Ao se entregar ele contou sua versão dos fatos ao delegado plantonista. Segundo Eduardo Cordeiro dos Santos, ele teria traído Juliane alguns dias atrás enquanto ela viajava, quando ela voltou, ele confessou a traição e ela ficou revoltada. Porém já haviam resolvido o caso. Contudo, sexta-feira, durante o almoço, o assunto da traição teria voltado à tona e eles começaram a brigar.

No final da tarde, ele disse que iria até a fundiária do sítio cuidar de uma vaca, mas ela desconfiada que ele fosse ligar para a amante disse que iria junto. Já na fundiária do sítio, teriam voltado a brigar e ela teria batido na cara dele. Então ele atirou na cara dela com um revólver calibre 22, ele não soube informar quantos tiros deu. Depois disso, evadiu-se da propriedade e deixou o filho deficiente dela na residência sozinho. Eduardo afirmou que jogou a arma do crime em um rio nas proximidades.

Após ser ouvido, Eduardo foi liberado, haja vista, ter passado o período de flagrante e por não possuir nenhum mandado de prisão em seu desfavor. Diante disso ele aguardará a decisão da justiça em liberdade.

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Se entregou nesta segunda feira (15), na Delegacia de Policia Civil, acompanhado de uma advogado o principal suspeito de ter sido o autor do assassinato de Juliane Ferreira de Almeida, morta no último sábado (13), em uma propriedade rural em Theobroma.

Ao se entregar ele contou sua versão dos fatos ao delegado plantonista. Segundo Eduardo Cordeiro dos Santos, ele teria traído Juliane alguns dias atrás enquanto ela viajava, quando ela voltou, ele confessou a traição e ela ficou revoltada. Porém já haviam resolvido o caso. Contudo, sexta-feira, durante o almoço, o assunto da traição teria voltado à tona e eles começaram a brigar.

No final da tarde, ele disse que iria até a fundiária do sítio cuidar de uma vaca, mas ela desconfiada que ele fosse ligar para a amante disse que iria junto. Já na fundiária do sítio, teriam voltado a brigar e ela teria batido na cara dele. Então ele atirou na cara dela com um revólver calibre 22, ele não soube informar quantos tiros deu. Depois disso, evadiu-se da propriedade e deixou o filho deficiente dela na residência sozinho. Eduardo afirmou que jogou a arma do crime em um rio nas proximidades.

Após ser ouvido, Eduardo foi liberado, haja vista, ter passado o período de flagrante e por não possuir nenhum mandado de prisão em seu desfavor. Diante disso ele aguardará a decisão da justiça em liberdade.

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