Policial

E-commerce de dinheiro falso é a nova modalidade em Rolândia

Jovens presos com dinheiro falso garantem que compraram as notas pelo Facebook e as receberam pelo CORREIO de Rolândia

Dois jovens, já conhecidos no meio policial por outras passagens, transitavam em uma motocicleta na tarde desta terça (06) e ao avistarem a polícia tentaram fugir em alta velocidade pelas ruas do Jardim Nobre.

Na rua Ivaí, a polícia conseguiu abordar a motocicleta e ao revistar os elementos encontrou com um deles quatro notas falsificadas de cinquenta reais.

Questionado o jovem revelou que havia comprado as notas pela internet através do Facebook, pago por elas 100 reais e as recebido pelo Correio. Os elementos ainda afirmaram que tentariam passar as notas falsas no comércio de Rolândia.

O condutor da moto, que estava de posse das notas foi encaminhado à Polícia Federal pelo crime de portar moeda falsa e a motocicleta foi recolhida até o pátio do DETRAN por infrações administrativas de trânsito.

 

O serviço de CORREIOS, através de nota afirma que;

“Os Correios trabalham em conjunto com a Polícia Federal, Receita Federal, Ibama e Anvisa no sentido de coibir o transporte de objetos e substâncias ilícitas por meio postal. A parceria com esses órgãos tem dado resultados, tanto que o número de apreensões cresce ano a ano. Este trabalho conjunto é necessário porque na hipótese de ser detectado algo suspeito em um pacote enviado pelos Correios, os empregados não podem abrir a correspondência, tendo em vista a proteção do sigilo postal. Somente esses órgãos estão autorizados a checar o conteúdo dos pacotes. Cada um tem o seu papel: o trabalho dos Correios é transportar encomendas e correspondências, o da Polícia é coibir o tráfico de drogas, o da Receita é combater o contrabando, a Anvisa coíbe o envio de remédios não autorizados e o Ibama fiscaliza o tráfico de animais.

Todas as ações que cercam o controle e fiscalização das correspondências suspeitas são sigilosas, por questões de segurança. A empresa não divulga número de apreensões, métodos de fiscalização e condições de equipamentos. ”

A assessoria de imprensa do Facebook do Brasil não retornou contato até o fechamento desta publicação.

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