Política

Câmara instaura CPI para investigar suposto crime de propina

Comissão Parlamentar de Inquérito foi instaurada em Sessão Ordinária realizada na Câmara Municipal de Rolândia e vereadores garante ter provas contundentes de propina cobrada por secretários

Na noite da última segunda (28) foi instaurada uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara Municipal de Vereadores de Rolândia para investigar supostos crimes de corrupção ativa e passiva no município de Rolândia, como alegou o vereador, João Manoel Ardigo em entrevista ao Jornal MANCHETE DO POVO realizada Ao VIVO durante a sessão.

 

Assista:
''Votacao CPI em Rolândia por suposta corrupção''

 

''CPI aberta na Câmara Municipal de Vereadores de Rolândia''

 

 

''CPI é formada para investigar suposto crime de propina recebida por secretário municipal em Rolândia.

ASSISTA a entrevista com o presidente da CPI, Alex Santana (PSD). Irineu de Paula (PSDB) é relator e João Gaúcho (PSC) membro''

 

Através de um sorteio, foram escolhidos os três membros oficiais da CPI que ficarão incumbidos de investigar o caso em paralelo ao Ministério Público, são eles: presidente; Alex Santana (PSD), relator; Irineu Moreno de Paula (PSDB), e membro; João Salvador dos Santos (PSC).

Por conta de denúncias que chegaram até os vereadores Alex Santana (PSD), João Manoel Ardigo (PSB), Reginaldo Aparecido da Silva (SD) e Rodrigo da Costa Teodoro (SD) a CPI não precisou ser colocada em votação do plenário, pois o regimento interno da casa diz que quando há quatro ou mais vereadores assinando o pedido a comissão pode ser instaurada automaticamente, precisando apenas definir os membros entre os parlamentares. Dessa forma, a sessão foi utilizada para sortear entre os partidos e eleger os membros oficiais da investigação desses supostos crimes.

Segundo o presidente nomeado na sessão para investigar o caso, Alex Santana, existem provas contundentes como áudios e documentos que podem vir a provar esses supostos crimes, porém, Alex diz que nada disso pode ser divulgado publicamente, pois ainda está em sigilo de justiça, incluindo os nomes dos investigados.

O vereador enfatiza que se comprovado o crime, aqueles que tenham mexido em recursos ilícitos, serão penalizados.