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Gravidez psicológica: O que é, como tratar e como evitar?

Talvez muita gente não saiba, mas a pseudo-gestação, também conhecida como gravidez psicológica não é uma alteração fisiológica exclusiva de fêmeas humanas. Gatas e cadelas também podem ter esses sintomas.

A gravidez psicológica é uma alteração que normalmente acontece aproximadamente 2 meses após o cio de cadelas ou gatas. No caso das cadelas, as raças de menor porte são, normalmente, as que mais apresentam a alteração. A alteração é mais comum nas cadelas.

  1. a pseudo-gestação acontece a cadela (ou a gata) pode apresentar os mesmos sintomas de uma gestação verdadeira. Existe uma corrente que acredita que todas as fêmeas apresentem a gravidez psicológica, mas que somente algumas manifestem os sinais clínicos desta alteração.

O comportamento da fêmea se altera quando ela apresenta a gravidez psicológica. Passa a se comportar como se estivesse realmente prenha. Começa a fazer ninhos com panos, roupas ou toalhas. Leva os brinquedos e outras coisas para o ninho, como bichos de pelúcia, e se comporta como se fossem seus filhotes. Algumas vezes, a fêmea que apresenta esse comportamento pode até mesmo “adotar” animais da casa. Por vezes podem se apresentar agressivas, nervosas, irritadiças como se estivessem defendendo as crias. Por isso, tome cuidado nesse período e procure deixá-la quieta e sossegada.

Os sintomas e alterações clínicas que a fêmea pode apresentar podem ser: aumento de volume das glândulas mamárias e secreção láctea, que geram desconforto ao animal. A fêmea irá tentar se limpar se lambendo, e muitas vezes até mamando nela mesma, o que pode causar traumas nas mamas, estimular ainda mais a produção de leite e predispor a fêmea a ter uma mastite (inflamação da glândula mamária). Em alguns casos a alteração é tão intensa que pode haver mesmo o relaxamento dos ligamentos da bacia, mudança da temperatura corpórea e movimentos de contração uterina normais na hora do parto. Se o proprietário não tiver certeza que a cadela (ou gata) não cruzou pode até achar que sua cadela está para parir. Pode ainda apresentar redução ou perda do apetite, começar a ingerir mais água e até urinar mais.

Existem algumas teorias do que pode desencadear a pseudo-gestação. Uma delas envolve a prolactina, que após o período de ovulação tem sua concentração aumentada, levando a produção de leite pelas glândulas mamárias e também à manutenção do corpo lúteo. O corpo lúteo secreta progesterona, que é o hormônio responsável por manter a gestação. E como não há nenhum hormônio responsável pela destruição do corpo lúteo no caso da não fecundação, o nível de hormônio nas fêmeas prenhas ou não, é o mesmo, entendendo assim, o organismo de algumas fêmeas não prenhas, que estão prenhas.

Podemos ainda citar como possíveis causas o tratamento com progestágenos (hormônios similares à progesterona) ou após um tratamento com prostaglandina (estrógeno e progesterona). Algumas fêmeas podem apresentar a pseudociese alguns dias após a castração.

Os sintomas e as alterações comportamentais da fêmea com gravidez psicológica podem durar em média 2 a 3 semanas. Se a alteração se estender mais do que isso, leve a fêmea ao médico veterinário para que ele oriente e prescreva medicamentos para cessar o processo. E fique sempre alerta, pois como já descrito acima, cadelas que apresentam a pseudo-gravidez são mais propensas a desenvolver piometra.

O único jeito de evitar a gravidez psicológica é castrando a fêmea. Com a retirada do útero e dos ovários a produção de prolactina, que é o um dos principais hormônios da gestação (seja ela pseudo ou real), irá cessar, não desencadeando mais a alteração e todo os inconvenientes e sofrimento que traz a fêmea.

Prevenção é tudo! Quem ama protege!

 

Fonte: Petchannel.com

Descubra se o seu gato tem verme

Seu gato com verme? Saiba como identificar

 

Por mais cuidados que tenhamos com nossos gatos, eles não estão livres de verminoses. Existem várias formas de transmissão e, por isso, devemos estar sempre atentos — principalmente, porque afetam não somente a saúde de nossos animais, mas também de quem lida com eles. E você, será que é capaz de identificar os sintomas de gato com verme?

 

As verminoses podem ser contraídas de diversas formas, seja por meio de algum alimento contaminado ou pelo contato com outro animal, passeios, etc. O importante, no entanto, é que você saiba como identificar e tratar a infestação a tempo, antes mesmo que ela comece a debilitar a saúde de seu felino.

 

Principais sintomas da verminose

 

Distensão abdominal

Esse sintoma é muito mais facilmente observado em gatos filhotes, haja vista que ainda estão ganhando peso. Quando ocorre, a região abdominal do animal fica visivelmente distendida, com grande aumento de volume. Geralmente, ao serem apalpados na barriga, sentem um leve desconforto.

 

Fezes moles ou diarreia

Verifique sempre as fezes do seu animal na caixinha de areia, elas devem ser firmes. Se estiverem moles ou ele estiver com um quadro de diarreia, leve-o logo ao veterinário. Este sintoma desidrata o animal, além de ser um dos sintomas mais indicativos de verminose.

As fezes podem se apresentar ainda esverdeadas e com sangue, indicando uma necatoríase — doença provocada por parasitas do gênero Necator.

 

Vômitos

Dependendo do grau de infestação, o vômito pode se tornar frequente e debilitar a saúde do animal. Se não forem tomadas logo medidas, como a administração de um vermífugo prescrito por um veterinário, o animal, principalmente se ainda for filhote, pode chegar ao óbito.

 

Palidez das mucosas

A verminose pode desencadear algumas doenças, entre elas a anemia. Uma das formas de sabermos se o felino pode estar ou não com tal problema é verificando a coloração da sua gengiva e de sua pálpebra (interna) inferior. A palidez dessas regiões é um indício da doença. Os parasitas (vermes) alimentam-se do sangue de seu hospedeiro (gato), deixando-o anêmico.

 

Perda de peso

Os vermes que se instalam por muito tempo podem ir aos poucos comprometendo a saúde do animal. Um sinal disso seria a absorção, por parte dos parasitas, de nutrientes importantes. O resultado é a carência nutricional no organismo do gato, que pode levar a uma perda de peso.

 

Pelagem sem brilho

Um somatório de fatores pode tornar o pelo do animal opaco e sem brilho, como a desidratação, a carência de nutrientes, a anemia, entre outros.

 

Comportamento de esfregar o ânus no chão

O comportamento de tentar coçar o ânus, esfregando-o no chão, pode ser um indício forte de que ele esteja com verminose. O ideal é que o tutor observe bem as fezes. Em alguns casos, dependendo da infestação, pode ser percebida a presença de vermes.

 

Tratamento para gato com verme

A primeira coisa a se fazer é visitar um médico veterinário para que o gato seja avaliado adequadamente. Ele fará um exame clínico e, dependendo, pode pedir um exame de fezes ou apenas, pelos sintomas, prescrever o vermífugo.

 

Gatos filhotes devem ser vermifugados em três doses básicas: aos 30 dias de vida, aos 45 dias de vida e, por fim, aos 60 dias de vida. Até ele completar 6 meses de vida, deve tomar uma dose a cada mês.

 

Após esse período, o indicado é dar o vermífugo a cada 3 meses ou 6 meses, dependendo do estilo e vida do animal. Por exemplo, se o veterinário pedir exames que comprovem a ausência de parasitas, é possível uma vermifugação a cada 6 meses.

 

Animais que vivem dentro de casa, sem contato com a rua e com outros animais, podem espaçar mais as doses de vermífugos para 1 ano, ou mediante exames de fezes que comprovem a infestação.

Conheça os sintomas e tratamento da doença

Assim como os humanos, os animais também podem sofrer com os sintomas da gripe. E se não for tratada a tempo, o resfriado pode até causar doenças infecciosas graves, como pneumonia, por exemplo.

A rinotraqueite é causada pela Bordetella bronchiseptica, que pode ser agravada pelo vírus da influenza ou pelo adenovírus, ou mesmo outras bactérias.

 

Os cuidados com os cães devem ser redobrados nas estações outono e inverno onde há baixas temperaturas e clima seco, uma combinação que pode causar uma série de doenças respiratórias no cachorro.

 

De forma geral, é uma doença auto limitante, isto é, em cães saudáveis pode terminar logo sem nenhuma intervenção. Mas em muitos casos necessita de maiores cuidados e medicação, podendo inclusive, agravar-se, culminando em uma pneumonia por infecções secundárias e oportunistas.

 

A gripe é contagiosa, mas a transmissão só ocorre entre os animais da mesma espécie. A gripe do cão não passa para o gato ou vice-versa e muito menos é constituída como uma zoonose, ou seja, não tem transmissão para o homem.

 

Os sintomas da gripe são parecidos em cães e gatos. Espirro, tosse e secreção nos olhos e nariz. A tosse pode ser prolongada e ser confundida com ânsia de vômito ou corpo estranho na garganta. Em alguns casos, pode sim até levar ao vômito. O tratamento tem que ser feito logo para evitar que a doença se agrave.

 

São doenças que deixam o organismo fragilizado, a resistência orgânica cai bastante e aí pode complicar com um quadro de infecção respiratória secundária e talvez até chegar ao óbito.

 

A melhor forma de proteger o pet é com a vacinação. É altamente contagiosa entre animais não vacinados e por essa razão se propaga fácil em ambientes populosos, daí o nome de Tosse dos Canis. Existe tratamento e, principalmente, prevenção. A prevenção se dá através de vacinação injetável ou nasal, e de cuidados gerais no manejo, como locais quentes no inverno e evitar a superpopulação sem vacinação adequada.

 

Evite que o seu pet sofra nesse inverno. Leve-o para uma das duas unidades da Clínica Vet Ville para tomar a vacina contra a gripe.

 

Fonte: g1.globo.com

 

Cachorro com medo de fogos de artifício

O medo de fogos de artifício é uma fobia muito comum nos cães. O Reveillon, as festas juninas e a Copa do Mundo de futebol são épocas temidas por donos e cães. É normal que eles se assustem com o barulho alto e repentino e o clarão que se forma no céu.

Mesmo o cão mais confiante e equilibrado pode se assustar e ficar com medo de sons que não são familiares para ele. A boa notícia é que tem algumas coisas que você pode fazer para ajudar o seu cão a passar com mais tranquilidade por esse período de festas – e fogos.

Pratique com seu cão

Se você tiver algum tempinho antes dessa época de fogos, dessensibilize o seu cachorro. Ou seja, faça-o se acostumar com o som dos fogos de artifício. Siga esses passos:

1. Associe o som dos fogos com algo que seu cão goste, por exemplo: petisco preferido, brinquedo, cafuné, escovação etc.

2. Comece a aumentar o volume do vídeo ao longo dos dias e continue a associar o som dos fogos com algo que seu cachorro goste, para que ele associe: barulho de fogos = coisa boa.

3. Se em algum momento o seu cachorro demonstrar algum sinal de medo, abaixe o volume até o ponto em que ele se sinta confortável.

4. Repita o quanto for necessário todos os dias até seu cachorro conseguir ouvir o som dos fogos bem alto sem ficar com medo.

Se você não teve tempo de praticar antes

Se você não teve tempo para preparar seu cão, ou se a dessensibilização não eliminou o medo dele completamente, existem algumas coisas que você pode fazer para amenizar o medo do seu cão dos fogos. Essas dicas devem ser úteis para cães que tenham um nível médio/moderado de medo.

1. Durante as épocas de maior incidência de fogos de artifício, NÃO MUDE SEU COMPORTAMENTO. A maioria das pessoas tendem a mimar/acolher seus cães quando eles demonstram que estão com medo de fogos. As pessoas fazem mais carinho que o normal, abraçam, falam com os cães com voz doce. Em vez de ajudar a acabar com o medo, esse comportamento do dono reforça o medo no cão. Ele associa: medo = carinho.

2. Tente você mesmo não reagir aos fogos de artifício. Se você demonstra prontidão logo antes dos fogos, por conta do medo do seu cão, isso só irá piorar o que ele sente. Você acabará deixando-o ansioso. Sua linguagem corporal dizem para seu cão se ele precisa ficar com medo ou não.

3. Faça o possível para camuflar o som dos fogos. Ligue o rádio ou a TV, feche as janelas, ligue o ventilador e/ou o ar-condicionado,

4. Não force seu cão a nada. Se ele quiser se esconder embaixo da cama, deixe. Não o obrigue a fazer nada que ele não queira, pois isso pode acarretar em um aumento do medo e o cão pode se tornar um cão agressivo se sair de sua zona de conforto.

Para casos severos

Se seu cão fica aterrorizado com fogos de artifício, pode ser que nenhuma dica acima funcione para amenizar o medo dele. Se você acha que seu cão é um caso desses, converse com o veterinário, pois pode ser o caso de administrar uma medicação contra ansiedade ou algum sedativo que ajude seu cão a ficar mais calmo durante os fogos.

Fonte: http://tudosobrecachorros.com.br

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